[Lucas] Hoje você dorme lá em casa. – disse ele me olhando –
[Luccas] Hum... – eu pensativo olhando pra ele, e ele apreensivo esperando a minha resposta – Vou sim.
[Lucas] Sério, mesmo você vai? – disse ele todo feliz –
[Luccas] Claro estou falando sério sim bobo.
Ele me olhava com um olhar feliz e ao mesmo tempo interrogativo, como quem tentasse ler minha mente, não sei por que, fiquei o encarando por alguns segundos, e ele a mim, até que ele quebrou o silêncio.
[Lucas] Luccas quer falar algo? – ele falou e eu corei na hora, o que eu iria dizer pra ele, se eu dissesse a verdade talvez ele ficasse chateado –
[Luccas] Não Lucas, só estava pensando como as coisas mudaram rapidamente em 1 dia, nós dois mal nos conhecemos e já parecemos amigos de infância, não que eu esteja achando ruim ou coisa do tipo, sabe, quero dizer assim, você de certa forma me atrai, não sei por que, mas parece que quando você está por perto algo bom parece estar no mesmo lugar, sabe, seu olhar ontem quando te conheci era vazio e sem vida nem uma, olha agora um dia depois, seu olhar é um dos mais lindos que eu já vi, você está diferente seu rosto mais vivo, seu semblante é de uma pessoa que renasceu e agora esbanja vida para todos os lados.
[Lucas] Mas você sabe que a parcela total por toda a mudança que eu estou passando é sua né, você foi legal comigo mesmo sabendo que eu sou “diferente” não me humilhou nem me destratou que nem os outros fizeram.
[Luccas] - falei colocando minha mão direita em cima da dele – Se depender de mim, nossa amizade só irá crescer cada vez mais, e ainda meus amigos se forem realmente meus amigos também serão seus amigos.
Ele apenas sorriu e pegou na minha mão e deu um leve aperto, eu retribui apertando sua mão levemente, continuamos a tomar nosso café, estava quente de mais.
[Luccas] Afim de cair na piscina depois, tá muito quente.
[Lucas] Uhum, pode ser sim.
[Luccas] Ok, então depois a gente vê um pouco de TV pra esperar passar o tempo do café e depois caímos na piscina.
[Lucas] Eu queria ir em casa um pouco pegar uma coisa.
Enquanto dormíamos tive um sonho muito estranho, sonhei que via o Lucas em um tipo de prisão, e eu fazia de tudo para tira-lo de lá, mas nada adiantava eu tentava de todas as maneiras, haviam muitas chaves por perto, eu tentava uma a uma e nada, eu corria atrás de alguém para ajudar e não havia mais ninguém, eu estava ficando completamente desesperado e começando a chorar, a medida que meu choro aumentava parecida que não ia dar certo, até que fui perto dele e comecei a chorar novamente e ele me disse pra seguir em frente, e fazer o que eu achasse melhor, nisso, eu o beijei, um beijo suave e lento, durou algo de segundos, quando me afastei dele as grades se abriram. Acordei meio assustado com esse sonho, nunca tinha me acontecido algo assim antes.
[Lucas] Está tudo bem? – perguntou Lucas assustado –
[Luccas] Sim, sim. – sorri – Foi só um pesadelo, nada de mais. – olho pro relógio que ainda marcava 2:15 – Nossa madrugada ainda.
[Lucas] Deita se acalma. – disse passando as mãos nos meus cabelos fazendo um cafuné gostoso que logo peguei no sono novamente –
O restante da noite passou sem mais imprevistos.
Acordei perto das dez da manhã, Lucas já estava acordado olhando para mim, quando percebeu que eu acordei já abriu um sorriso.
[Lucas] Bom dia!
[Luccas] Bom dia fofo, dormiu bem?
[Lucas] Uhum, a tempos não dormia tão bem, feliz sabe, com vontade de acordar no outro dia.
[Luccas] Ownti, vamos escovar os dentes e tomar café vem. – disse puxando ele pela mão –
[Lucas] Vamoooooos. – sorrimos –
[Luccas] Agora você vai dormir aqui sempre né?
[Lucas] Você vai querer?
[Luccas] Sim, eu vou e ai de você se não vier me ver todos os dias eu vou na sua casa pegar e te morder *RAW*
[Lucas] Olha que eu fico em casa só pra ganhar uma mordidinha sua. – ele disse ficando todo vermelho –
[Luccas] Ah é então toma. – avancei em cima dele puxei um pouco a camisa que ele estava e perto do seu peito esquerdo eu dei uma pequena mordidinha depois começamos a rir daquela cena – Então já que você vai passar a frequentar minha casa e isso é uma ordem, espera aí que eu já venho. – fui pegar uma escova para ele deixar para ele –
[Lucas] Ah obrigado Luccas.
[Luccas] Vem vamos logo que eu estou com fome.
Fomos ao banheiro escovamos nossos dentes, depois descemos para a cozinha para tomar nosso café.
[Lucas] Hoje você dorme lá em casa. – disse ele me olhando –
[Luccas] Hum... – eu pensativo olhando pra ele, e ele apreensivo esperando a minha resposta – Vou sim.
[Lucas] Sério, mesmo você vai? – disse ele todo feliz –
[Luccas] Claro estou falando sério sim bobo.
Ele me olhava com um olhar feliz e ao mesmo tempo interrogativo, como quem tentasse ler minha mente, não sei por que, fiquei o encarando por alguns segundos, e ele a mim, até que ele quebrou o silêncio.
[Lucas] Luccas quer falar algo? – ele falou e eu corei na hora, o que eu iria dizer pra ele, se eu dissesse a verdade talvez ele ficasse chateado –
[Luccas] Não Lucas, só estava pensando como as coisas mudaram rapidamente em 1 dia, nós dois mal nos conhecemos e já parecemos amigos de infância, não que eu esteja achando ruim ou coisa do tipo, sabe, quero dizer assim, você de certa forma me atrai, não sei por que, mas parece que quando você está por perto algo bom parece estar no mesmo lugar, sabe, seu olhar ontem quando te conheci era vazio e sem vida nem uma, olha agora um dia depois, seu olhar é um dos mais lindos que eu já vi, você está diferente seu rosto mais vivo, seu semblante é de uma pessoa que renasceu e agora esbanja vida para todos os lados.
[Lucas] Mas você sabe que a parcela total por toda a mudança que eu estou passando é sua né, você foi legal comigo mesmo sabendo que eu sou “diferente” não me humilhou nem me destratou que nem os outros fizeram.
[Luccas] - falei colocando minha mão direita em cima da dele – Se depender de mim, nossa amizade só irá crescer cada vez mais, e ainda meus amigos se forem realmente meus amigos também serão seus amigos.
Ele apenas sorriu e pegou na minha mão e deu um leve aperto, eu retribui apertando sua mão levemente, continuamos a tomar nosso café, estava quente de mais.
[Luccas] Afim de cair na piscina depois, tá muito quente.
[Lucas] Uhum, pode ser sim.
[Luccas] Ok, então depois a gente vê um pouco de TV pra esperar passar o tempo do café e depois caímos na piscina.
[Lucas] Eu queria ir em casa um pouco pegar uma coisa.
[Luccas] Ok, então a gente vai assim que terminar.
[Lucas] É que eu quero pegar meu not, preciso dar uma olhadinha nos meus jogos e terminar uma coisa no MapleStory, e depois olhar o AION, tem hora que eu me canso, penso em parar mas já viciei de mais nesse jogos.
[Luccas] Você joga qual MapleStory? O Brasileiro da Level Bug não tinha falido?
[Lucas] Level Bug, gostei – risos – sim, mas agora o IP do servidor europeu foi aberto pra jogarmos lá.
[Luccas] Entendi, vou começar a jogar de novo então.
Terminamos nosso café fomos ao meu quarto nos trocar, nos trocamos ali um na frente do outro mesmo, depois fomos ao quarto do Jean mas ele ainda dormia, então avisei a Keila nossa empregada que iriamos até a casa do Lucas.
Keila era a nova empregada da casa, trabalha a 2 meses em casa, ela era branca ainda nova não tinha mais que 25 anos, ela tem cabelos lisos e longos, mas sempre usava amarrado com aquele tradicional “rabo de cavalo” o que deixava seu rosto um pouco largo, ela é magra, tem um belo rosto sempre bem cuidado usava sempre o mesmo batom um rosa meio claro, usava um uniforme horrível que minha mãe faz as empregadas a usarem, todo preto com detalhes branco, e sempre com um avental branco, e sempre com um relógio no pulso esquerdo. A namorada do Jean tem ciúmes dela, não é pra menos a Keila não era nem um pouco feia.
Saímos na rua avistamos alguns dos garotos na rua conversando Renato estava no meio deles, mas nem paramos lá só os cumprimentamos e fomos indo em direção à casa do Lucas, chegamos entramos e fomos direto ao seu quarto onde ele ia pegar uma roupa para nadar e seu notbook, ele resolveu olhar as coisas lá mesmo, enquanto ele olhava perguntei se ele tinha o programa de instalação do jogo ele disse que tinha, perguntei se podia passar para meu pen drive, ele disse que no computador tinha e me disse para ligar, fiz, ele ficou na sua cama mexendo nos seus jogos, eu entrei no meu MSN enquanto passava o jogo, depois olhei para o Lucas ele estava deitado de olhos fechados, fui bem de vagar para cima dele e pulei pensado em fingir uma luta com ele, mas não foi isso o que aconteceu, no que eu pulei em cima dele ele se assustou ergueu seu rosto e instantaneamente se encontrou com o meu e acabou acontecendo, um Celinho sem intenção ficamos com nossos lábios ali grudados pro uns cinco segundo, ele ficou estático, paralisou, não falava não se mexia estava vulnerável a qualquer coisa que eu fizesse com ele. Assim q desencostei um pouco meus lábios do dele só consegui dizer.
[Luccas] Desculpa Lucas foi sem querer eu queria fingir uma luta com você, me desculpa por favor não tive a intenção. – já disse com meu olho enchendo de lágrimas –
[Lucas] Se acalma Luccas, eu sei eu me assustei, não se preocupa isso não muda nada entre a gente somos só amigos. – disse enxugando uma lágrima que caia –
[Luccas] Ma... ma... mas . – ele me interrompeu –
[Lucas] Mas nada Luccas, já disse que não foi nada, para de ficar de frescura. – nisso eu seguro os braços dele forte – O que foi Luccas o que está acontecendo, vai conte - me. – dessa vez ele me olhou sério, com um olhar de investigador quando quer arrancar algo a força de alguém e decidi mentir –
[Luccas] Desculpa é que fiquei meio chateado e tenho medo, muito medo que esse ... – ele completou –
[Lucas][Luccas] Esso nosso quase beijo, afete esse inicio de amizade. – eu estava muito abalado não era por isso não mais era por que eu estava sentindo algo diferente por ele e não queria dizer a verdade sussurrei – Estou apaixonado por você.
[Lucas] O que você cochichou Luccas?
[Luccas] Não disse nada apenas pensei alto, nada de mais.
[Lucas] Está bem então.
[Luccas] Você já terminou de ver os jogos né?
[Lucas] Sim, já e seu jogo também terminou. – disse apontando para o computador –
[Luccas] Vamos então?
[Lucas ] Vamos sim.
Então pegamos o caminho de volta para minha casa, não trocamos uma palavra sequer o caminho todo, quando chegamos em casa entramos e fomos para meu quarto nos trocarmos, então o Lucas decidiu quebrar aquele silencio.
[Lucas] Agora vamos ficar quites. – ele pulou em cima de mim eu caí em cima da minha cama, ele me beijou no rosto – dá pra você parar de paranoia Luccas por favor, poxa, gosto tanto de você, não fica assim se solta.
[Luccas] Vou me esforçar ao máximo, mas é que acho – essa hora eu já estava vermelho feito um pimentão – bem, eu acho que me apaixonei por você. – virei a cabeça para o lado do colchão –
[Lucas] Não se preocupa deve ser algo passageiro logo você esquece isso, vai para com isso coloca logo uma roupa e vamos pra piscina.
Eu comecei a chorar, sentia uma dorzinha no peito que nunca sentira antes, estava me acabando em prantos, ele se trocava para ir para a piscina até que ele percebeu que eu estava de cabeça baixa e chorando muito e se aproximou de mim, não disse nada apenas ficou passando as mãos no meu cabelo como se dissesse que ele estava ali comigo, eu não sabia mais o que fazer, minha cabeça estava confusa, eu precisava de ajuda estava me sufocando, estava prestes a ter um ataque de nervos, até que ele me puxou e me abraço, ainda sem falar nada, mas aquele gesto dele me fez sentir muito, mas muito melhor, mas o choro não parava eu não queria estar apaixonado por ele não queria poder acabar essa amizade tão especial após um namoro que não daria certo, eu não era gay, ou pelo menos pensava não ser, ele agora passava suas suaves mãos em meu rosto, eu queria poder ter forças pra sair daquele abraço fingir que eu não o amava, mas eu o amo, queria ele era o que eu mais precisava naquele momento, me soltei dos seus braços me pus a chorar novamente em cima da cama.
[Lucas] Por favor para de chorar estou quase chorando também, por favor Luccas não chora, levanta vem aqui ou eu vou embora... não vai vir? ... Eu vou embora Luccas embora e se eu for nunca mais volto!
Essas palavras agiram como espadas no meu peito num impulso me levantei da cana o abracei forte.
[Luccas] - olhando dentro dos olhos dele com meu olhar de choro – Você não faria isso comigo faria? Não seria capaz de me abandonar agora, agora que eu me abri pra você e disse que posso estar te amando seria? VOCÊ SERIA CAPAZ DE ABANDONAR ALGUÉM QUE TE AMA, RESPONDE LUCAS!!!
Ele começou chorar, se encolheu no chão, o que eu tinha feito, perdi a cabeça e magoei uma pessoa tão meiga e dócil quanto ele, ele chorava, percebi que ele estava tremendo muito, quando eu fui abraça-lo ele me deu um empurrão que bati com a cabeça na minha cama, me segurei pra não chorar, fui até ele e comecei a pedir desculpas, que eu era um idiota, não tinha noção das coisas que eu fazia até que quando eu falei.
[Luccas] Por favor me ajuda a passar por isso, estou sofrendo e essa dor que estou sentindo você já deve ter sentido antes, não me deixar sofrer mais do que já estou sofrendo Lucas me ajuda .
Ele me olhou com um olhar de choro. Ele me abraçou de uma forma carinhosa, algo sem descrição.
[Luccas] Obri... – ele colocou um dedo em minha boca –
[Lucas] - sussurrou muito mais muito baixo no meu ouvido – Não falei nada, curta o momento, deixe só seu coração falar, esqueça o mundo, mês esqueça, esqueça tudo.
Fiz o que ele me pediu, esvaziei minha mente, fiquei ali com ele abraçado, com aquele cheirinho de Egeo no ar, estava muito bom ali, eu estava me esforçando pra entrar nesse transe e ter um conversa comigo mesmo, mas nesse momento estava muito difícil, mas eu precisava disso, ele queria me ajudar e eu não queria desapontá-lo eu quero saber o que eu realmente sou, eu tinha que fazer isso por ele, mais por ele do que por mim mesmo, eu não queria brincar com os sentimentos dele, queria saber se esse amor era real, finalmente estava entendendo o que ele queria que eu fizesse, parei de pensar, parei de resmungar pra mim mesmo, fiquei totalmente desligado, e consegui, eu estava frente a frente comigo mesmo, estávamos nos falando, era uma coisa surreal, mas estava acontecendo, ele falava e falava e falava e falava não me dava tempo de falar um “A” sequer, eu já estava cansando minha mente ficando pesada, eu fui perdendo a consciência e finalmente adormeci. Acordei umas 3 horas depois, ainda com Lucas ali do meu lado me olhando e fazendo carinho em meu cabelo estava muito cansado.
[Luccas] Sabia que você é a única pessoa em anos que passa a mão em meus cabelos.
[Lucas] Hum, então quer dizer que só eu posso e mais ninguém?
[Luccas] Sim, você pode faze o que quiser comigo que não vou ligar.
[Lucas] Então dá um lindo sorriso, me abraça e vamos cair na piscina a água está quentinha.
Sentei na cama me espreguicei olhei para ele dei um sorriso espontâneo nada forçado saiu com vontade e por ultimo o abracei bem forte.
[Luccas] Agora vamos nadar um pouco.
Mal sabia eu que aconteceria algo nessa piscina que nos afastariam, mas bem voltando ao assunto, fomos para piscina chegamos e pulamos juntos, ficamos brincando ali como duas crianças que pareciam ter visto uma piscina pela primeira vez, saíamos e pulávamos fazíamos a festa ali estava tudo muito bom, só que uma hora ficamos bem perto um do outro, não aguentei, puxei o Lucas para junto de mim e o beijei, mas o beijei com vontade dessa vez, assim que terminei o beijo ele saiu da piscina e eu fui atrás dele, ele foi até meu quarto se trocou catou suas coisas e foi embora.
[Luccas] Não faz isso por favor, não vai embora! – eu começava a chorar –
[Lucas] Por favor me deixe em paz, em um dia você fez tudo que fez, sabe que eu sou gay e fica brincando comigo, EU TENHO SENTIMENTOS DROGA!
Ele se mostrava forte, e sua expressão facial não mostrava nem um tipo de sinal que ele estava triste ou arrependido, mas ele estava sim muito zangado comigo, e ele tinha toda razão eu havia feito muita coisa com ele hoje só que eu não sabia como poderia mostrar esse amor a ele, eu ainda tinha muito medo de fazer algo que ele não gostasse e aí sim realmente ele deixasse de ser meu amigo, bem agora eu teria que correr contra o tempo para poder reaver esse grande problema. Voltei para dentro de casa, e nesse momento o Jean chegava da casa da sua namorada.
[Jean] Luccas tenho uma coisa pra te falar meu irmãozinho. – fingi não ouvir e continuei andando – Luccas espera. – como eu não parei ele veio atrás de mim e me segurou pelo braço – O que houve, ownt meu irmãozinho vem vamos pro meu quarto.
Ele me pegou no colo e me levou pro quarto dele como ele sempre faz quando não estou bem, assim que entramos ele trancou a porta e começou falar comigo.
[Jean] O que meu bebezinho tem me conta.
[Luccas] Ain Jê dessa vez a coisa é muito seria tenho medo de você brigar comigo. – deixo cair uma lágrima quando lembro do Lucas –
[Jean] Para com isso Luccas você sabe que eu sempre vou te apoiar em qualquer coisa, agora para de chorar e me conta pra eu te ajudar.
[Luccas] Eu estou apaixonado!
[Jean] E você está chorando por isso, uma coisa tão linda e você chorando meu pequerrucho!
[Luccas] É, mas eu estou apaixonado pelo LUCAS!
[Jean] WTF! Como assim Luccas, você está falando sério isso é verdade meu pequeno?
[Luccas] É sim, porém eu fiz algumas coisas hoje que fizeram ele ficar com raiva de mim, ele foi embora nervoso, e estou com medo dele nunca mais querer me ver.
[Jean] Mas o que você fez de tão grave Luccas?
[Luccas] Tudo começou no quarto dele de manha quando formos lá [...] – contei tudo pro meu irmão que ficou meio ressabiado, mas disse que iria me ajudar, mas eu deveria prometer que iria fazer de tudo pra não magoar o Lucas, claro que o fiz –
[Jean] E me fala por que dessa paranoia achando que eu não iria mais falar e por que eu iria ficar com raiva de você? Isso pode acontecer com qualquer um, sabia Luccas, até comigo mesmo já aconteceu a algum tempinho atrás.
 


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